... descer das nuvens e viver com os pés bem assentes no ar!

12
Mar 12

E o chão cedeu, por fim.

 

Nunca tomei como inevitáveis

os acontecimentos que se sucedem sem cessar

mas também não esperava

que o tanto que vivemos

morresse assim, tão fora de época.

 

Não esperaste que o tempo

desse sinais de si,

não quiseste mais olhar-me de frente

como se do nada

a minha imagem passasse a ser-te odiosa,

mas eu sei quem sempre fui

embora tema por desconhecer

quem serei para ti amanhã

Talvez essa esquina

onde nos tornaremos a encontrar surja do nada... talvez...

 

Por enquanto, apenas eu e este desamparo.

publicado por teatrodosonho às 20:49

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