... descer das nuvens e viver com os pés bem assentes no ar!

17
Fev 11

Suspenso:

A força que me impele – A frente do abismo.

Frotas de esperança que se afundam

Num mar de ridículas suspeitas:

- Sempre te disse que parecia estranho o gostares de mim depois de tudo o que fui ao longo da minha vida.

Este é o vento único que me acaricia

O rosto

Nesse gesto que tanto esperei

Sentir, e nunca os nossos poros

Juntaram-se nesse espaço nosso

Nessas sombras tornadas únicas:

- E sabes que esse sempre foi o único pedido que te fiz: diz-me, diz-me se algum dia a duvida te pairar por entre o teu cabelo ondulado, diz-me!

Trago o infinito nos meus braços abertos

E pretendo com eles abraçar a totalidade

Das coisas terrenas

Que se foram escapando por entre os meus dedos;

Saudade instantânea

Infinita, mas efémera

De quem sabe que o sente

De quem não sabe se depois sentirá.

- Sabias que este momento chegaria e sabias que quando fechasse os meus olhos estaria a procurar a tua língua a deslizar na minha orelha:

Sabias que o meu fim

Seria o principio de te amar.

publicado por teatrodosonho às 14:48

Fevereiro 2011
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